Como a tecnologia ajuda no dia a dia da casa

 


Mãe, esposa e ainda profissional excelente no mercado de trabalho. É… Não é fácil ser “várias” pessoas em uma só.

Há anos as mulheres têm vida dupla, diríamos até tripla, para dar conta de tudo e ainda ter tempo de curtir os filhos, aproveitar a vida a dois e se divertir com as amigas.

Micro-ondas, Smart TVs, câmeras de segurança, portão automático, utensílios inteligentes para cozinhar e mais uma lista enorme são alguns dos itens que facilitam a vida e diminuem a correria. Esses são até praxe.

Agora a queridinha da vez é o que podemos chamar de tecnologia remota. Aquela que facilita o dia a dia dentro e fora de casa e torna tudo muito mais prático. Quem aí não desgruda do celular e baixa aplicativos quase todos os dias para deixar a vida mais leve, rápida e (até) divertida?

“Desde aplicativos para acompanhar a gravidez até compras online: há uma diversidade de serviços à disposição para as mulheres com filhos”, afirma o especialista em tecnologia Wanderley Abreu Jr.

Para as mamães de plantão, as redes sociais também têm grande utilidade, além de serem fonte de diversão. Há comunidades virtuais que indicam babás ou diaristas, por exemplo.

“Grupos de conversa no celular, como o Whatsapp, também são poderosas ferramentas. A professora dos meus filhos está sempre disponível no grupo de pais do colégio”, conta o especialista.

A endocrinologista Giulianna Pansera, mãe de Gabriel, de 2 anos, não imagina sua vida sem acesso à internet. Ela conta que a tecnologia facilita a interação com o pequeno quando ela está sem muito tempo disponível para entretê-lo.

“Tenho uma Smart TV que permite acessar vídeos da internet. Meu filho se distrai muito com isso e acho uma maravilha de invenção”, diz.

Já Lala Cerri, mãe de duas meninas, ama o universo online e baixa desde aplicativos desenvolvidos para converter medidas até “lanternas” para celular, passando por softwares para acompanhar as pequenas quando ela não está por perto.

“Sinto-me muito mais tranquila para sair à noite sabendo que posso acompanhá-las pelo celular. Quando viajamos, podemos falar com a família por Skype ou FaceTime, por exemplo”, avalia.

Em geral, as mulheres estão sabendo muito bem como aproveitar a tecnologia no dia a dia.

“Não conheço mulher, incluindo minha mãe, de 71 anos, que não lance mão da tecnologia e conectividade para facilitar o dia a dia”, afirma Wanderley.

O bom é que há dezenas de possibilidades e usos que são uma verdadeira mão na roda para as mulheres. Listamos alguns deles abaixo.

(Foto: Getty Images)

1
Gestação e desenvolvimento infantil
Esse tipo de aplicativo é bem interessante para as futuras mamães. Com apenas algumas informações sobre seu corpo, idade e qual a data prevista para o bebê nascer, são capazes de mostrar tudo o que precisa ser feito até lá. Tem dica de exercícios físicos, alimentação adequada, detalhes sobre o feto etc. Alguns apps acompanham até o desenvolvimento da criança após o nascimento. 
2
Interação infantil
Adorado pelas mamães de plantão, são um sossego para os pais dentro de casa. Com telas interativas, desenhos animados e até conteúdo educativo, os aplicativos divertem a criançada e colocam a turminha dentro desse “mundo conectado” online de forma saudável. “Minha filha Bella, de 4 anos, ama esses apps. São ótimos para distrair os pequenos”, garante a blogueira Lala Cerri. Ah! Tem quem diga que alguns aplicativos não entretêm somente as crianças, viu?
3
Segurança
“Acompanho as câmeras que tenho dentro de casa pelo meu celular e isso é muito importante”, garante Lala Cerri. Geralmente os sistemas de segurança desenvolvidos para casas disponibilizam acesso através de computadores ou celulares e, assim, você consegue acompanhar o que se passa por lá a partir de qualquer lugar que estiver.
4
Conversão
Sabe aquela dificuldade de converter Fahrenheit para Celsius, metros para milhas?! Ou então saber quanto exatamente está a cotação da moeda para o seu próximo destino de férias? Os aplicativos de conversão fazem tudo isso e deixam sua vida ainda mais prática.
5
Compras
Bastante utilizados, esses apps deixam de lado o jeito convencional de fazer a famosa – e chatinha – lista de compras. A usuária pode separar as comidas em diferentes “departamentos”, como carnes, vegetais, congelados, e seguir atualizando a lista. Fácil, não?! E claro que há sites de empresas que já disponibilizam compras virtuais. Fazer mercado sem sair de casa é o máximo, não?
6
Trânsito sem preocupação
Para as mulheres que enfrentam o trânsito no dia a dia, esse tipo de aplicativo é imprescindível. Além de GPS, alguns softwares dão a melhor rota – e mais rápida – para alcançar o seu destino, mostram os pontos de congestionamento, alagamentos e até informações de acidentes.
7
Táxi
Para os dias que o carro está no conserto, apps de táxi facilitam a ida ao trabalho e retorno para casa. É só baixar no celular que ele mostra os motoristas mais próximos a você. Alguns até calculam antecipadamente quanto custará o trajeto até o seu destino.
8
Organizar a vida em família
Essa alternativa conecta toda a família. Alguns deles dão opção de montar um calendário (com as atividades diárias, como lição de casa, reuniões escolares), fazer lista de compras e até organizar o que precisa ser feito em casa, por exemplo. E tem até aplicativo que dá a chance de montar um jornalzinho para compartilhar informações e fotos com outros familiares.
9
Aplicativos de banco
Com a correria do dia a dia, baixar o app do seu banco e fazer transações online pelo celular é uma boa dica. Os serviços são confiáveis e é uma forma rápida de pagar contas, a escola das crianças, conferir o saldo etc.
10
Redes sociais
Parece que é só para entreter, mas as redes sociais têm um poder de conexão importante para o convívio e segurança familiar. Afinal, é mais uma ferramenta de comunicação. Tem aplicativo gratuito que dá a chance de fazer chamadas telefônicas sem nenhum custo, compartilhar fotos, fazer chamadas em vídeo etc.

Food Porn é levado a sério em Israel


Quem nunca viu imagens de pratos com comidas bonitas e deliciosas associadas à hashtags #FoodPorn (#ComidaPornográfica)?

Pois o Food Porn é levado a sério em Israel, no restaurante Catit, de Tel Aviv.

O restaurante desenvolveu pratos com espaço para colocar o smartphone e fazer "A" foto.

The Limbo e The 360º são os nomes dos pratos que servem a comida para ser fotografada ao mesmo tempo.

A vantagem do The 360º é que, por girar, pode fazer além de foto, vídeo também.

As imagens são lindas. Pena que o sabor ainda não seja possível sentir, a não ser ao vivo e a cores!

Você costuma fotografar a comida antes de saboreá-la?

(Imagens do vídeo distribuído no Youtube, Foodography)

Uma gravidez em cada fase da vida


Engravidar aos 20 ou aos 40 anos é muito diferente para a mulher? O assunto é repleto de mitos e o mais importante a dizer, antes de tudo, é que, ao falar sobre gravidez, não existe regra pronta, nem receita de bolo. Cada gestação é única!

Ou seja, tanto as mudanças físicas e, principalmente, as emocionais, podem variar de acordo com o que a futura mamãe está vivendo no momento da gestação. Mesmo assim, é possível enumerar algumas características comuns de cada faixa etária, como você vê a seguir.

Aos 20 anos

Vamos partir do seguinte princípio: quanto menor a idade, maior é a imaturidade emocional. Porém, a disponibilidade física é maior. Na faixa dos 20 anos, a mulher está cheia de energia para gerar e cuidar de um bebê – mas pode não estar pronta emocionalmente para enfrentar as mudanças deste momento.

“Hoje, uma mulher de 20 anos é uma adulta bastante jovem, diferente da época dos nossos avós. Atualmente, espera-se que uma mulher jovem – antes de ter filhos - se coloque no mercado de trabalho, faça opções profissionais e amorosas bem acertadas e possa fazer experimentações diversas”, comenta Ana Merzel Kernkarut, psicóloga e coordenadora do serviço de psicologia do Hospital Albert Einstein.

Mas como não existe regra, apesar de teoricamente uma mulher de 20 e poucos anos possuir menos instabilidade psíquica, isso não a impede de viver uma gravidez tranquila e saudável, tanto física quanto emocionalmente.

A Kátia Siqueira tem 44 anos e 5 filhos. O primeiro nasceu quando ela tinha apenas 17 anos. A última gestação foi vivida aos 38. Cada uma delas foi experimentada sob óticas diferentes

Na primeira, teve pré-eclâmpsia, mas não sentia desconforto -, apenas muito sono. “O medo mesmo era de enfrentar a minha mãe porque tudo aconteceu de maneira inesperada”, diz.

A segunda foi bem saudável, mas, como já sabia o peso da responsabilidade de ter uma criança, sentiu mais medo do futuro. “Da terceira vez, engravidei de gêmeas e já sabia que tinha esclerose múltipla”, lembra. A doença não impede a gravidez. Ao contrário, segundo Kátia, pode até ser benéfica. “Me senti um pouco mais cansada, mas estava bem assistida e muito feliz”, garante.

A última, aos 38 anos, foi um susto. “Meu marido iria fazer uma vasectomia, nossa situação financeira não estava das melhores e eu fiquei muito preocupada. Mas deu tudo certo”, afirma.

Durante a gestação, Kátia se sentiu bem mais cansada do que a primeira vez, aos 17 e tive diabetes gestacional. “Novamente deu tudo certo e hoje a Letícia está com 5 anos”, conta.

Aos 30 anos

De ponto de vista físico, até os 35 anos, o corpo da mulher está no auge biológico para engravidar. “Tudo ainda está jovem: óvulos, útero, artérias... Portanto, engravidar aos 18 ou aos 35 anos, do ponto de vista médico, não faz muita diferença”, afirma Lucila Evangelista, obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.

Tanto que hoje é bem comum que as mulheres engravidem na faixa dos 30 anos. De acordo com a especialista, a média de idade do primeiro filho das gestantes do Hospital Albert Einstein é 34 anos. Nessa faixa etária, muitas delas já fizeram suas escolhas na área profissional e afetiva e se preparam para serem mães com mais cuidado.

“Nesse período, há uma aquietação do ponto de vista psicológico, o que proporciona uma maternidade mais madura que na faixa dos 20”, afirma Ana. Além disso, a disponibilidade física ainda está lá, firme e forte.

Só que, depois dos 35 anos, começam as mudanças no corpo feminino. A primeira delas está ligada à fertilidade. Ocorrem o envelhecimento do óvulo, a dificuldade de fertilização, maiores chances de aborto espontâneo e alterações cromossômicas no desenvolvimento do embrião, principalmente no que diz respeito ao aparecimento da Síndrome de Down.

Aos 40 anos

Do ponto de vista físico, a maior preocupação dos médicos nessa faixa etária é com o desenvolvimento do bebê. Tudo por conta da probabilidade de alterações cromossômicas, que aumenta progressivamente ao longo dos anos.

Informações do Serviço de Obstetrícia do Hospital Israelita Albert Einstein relatam que, ao engravidar aos 35 anos, 1 em cada 300 bebês tem chance de desenvolver Síndrome de Down. Quando a mãe engravida aos 45 anos, essa proporção aumenta de 1 para cada 45 bebês.

Outra coisa: a partir dos 40 anos, algumas doenças da idade podem aparecer, como a hipertensão, diabetes, obesidade, mioma e endometriose.

“É claro que hoje em dia as mulheres de 40 se cuidam muito mais. Fazem exercícios físicos, se alimentam adequadamente, fazem uso da medicina preventiva... Uma mulher de 40 está em ótima forma para engravidar, mas é preciso ficar atenta”, comenta a médica Luisa.

Por outro lado, esse é um momento de extrema maturidade psíquica. Em geral, as mulheres estão com muitos aspectos da vida consolidados, o que pode proporcionar uma gestação mais tranquila e bem resolvida.

Foi assim que se sentiu a funcionária pública Natalia Lima, que viveu sua segunda gravidez aos 40 anos e é mãe do Lucas, de 6 anos, e da Yasmin, de 2 meses.

“Eu esperava viver uma gestação ruim por causa da idade avançada, mas essa gravidez foi melhor que a primeira. Me cuidei mais, acabei engordando menos, me senti melhor, estava mais tranquila... Na primeira gestação, eu só chorava, me sentia insegura. Dessa vez, ficou tudo bem”, comenta ela.

A decisão sobre assuntos práticos também ficaram mais leves. “Para o primeiro filho, arrumei o quarto com antecedência e comprei um monte de coisas desnecessárias. A segunda chegou sem quarto, no meio de uma mudança. Improvisei tudo”, conta Natalia.

Aos 50 anos

Mesmo com os avanços da medicina, não se podem ignorar os possíveis riscos físicos de uma gravidez na faixa dos 50 anos, bem parecidos com aqueles citados para mães com mais de 40 anos. Porém, essa gestação é completamente possível e pode ser muito saudável.

Nessa idade, a mulher já tem maturidade o suficiente para tomar decisões bem acertadas e ponderadas com relação à vida e ao corpo. “Se este for o primeiro bebê, pode ser a realização de um sonho. Já engravidar depois que os filhos estão grandes é a oportunidade de reviver uma etapa da vida que, para muitas, tem um significado positivo”, avalia a psicóloga.

Ela garante que, independente da idade ou das condições da gravidez, uma mãe bem assessorada do ponto de vista médico e psíquico pode viver bem o momento e o desejo.

(Fotos: Getty Images)

Quantos pets você pode ter em casa?


Uma casa cheia de bichos é uma casa cheia de amor. Eles alegram o ambiente, são companheiros, nos ajudam a desestressar e são ótimos com as crianças. Tanto que, às vezes, parece que um pet só não é o bastante. Nem dois ou três.

Mas como saber se sua casa comporta vários animais? Afinal, não basta apenas trazê-los e ver no que dá. Para tratar os bichinhos com respeito e o cuidado que merecem, é preciso tomar algumas precauções.

A fotógrafa Cecília Bastos, de São Paulo, já teve três cachorros e seis gatos em casa e sabe muito bem quais são os privilégios e os problemas de uma pessoa nessa situação.

“Os bichos ajudaram muito com a criação da minha filha, hoje com 14 anos. Quando era pequena, às vezes, não queria comer. Aí eu ameaçava dar a comida aos cachorros e ela comia tudo! Aos 4 anos de idade, contava historinhas para eles e inventava que eram irmãos dela”, relata.

Mesmo com todas essas vantagens, hoje Cecília tem “apenas” três gatos e um cachorro em casa. “Não é fácil. O Lobo, meu dobermann, é o mais novo da casa e do tipo brincalhão. Os gatos, mais reservados, não gostam dele e agora só ficam no telhado e na garagem. Às vezes eles retaliam e fazem xixi fora da caixinha”, diz a fotógrafa.

Ela conta que a limpeza é o que dá mais trabalho e, por isso, tem um verdadeiro arsenal, com produtos específicos de pet shop. Cecilia não abriria mão de nenhum dos bichos, mas também não voltaria a ter nove deles em casa. Mas como alguém sem experiência pode fazer esse cálculo: quantos pets cabem no seu espaço?

Como cada casa é uma e as variáveis são infinitas, você precisa analisar seu caso e responder a pergunta por si própria. Mas não se preocupe. A veterinária Carol Rocha, fundadora da Pet Anjo, e a adestradora Giulianna Silva, da Cão Cidadão, mostram ponto a ponto o que você precisa considerar antes de aumentar a ninhada. Boa sorte!

(Foto: Getty Images)

1
De quanto espaço você dispõe?
O tamanho da casa não é o fator mais importante na hora de decidir, mas pesa. “Não existe uma regra, mas é preciso bom senso. Assim como nós, os animais precisam de um espaço para eles, algo um pouco reservado para que possam dormir ou fazer suas necessidades. Quanto maior o número de animais, menor esse espaço. E essa falta pode ocasionar estresse e até briga entre os pets”, explica Giulianna.
2
Qual a dinâmica da família?
Se vocês têm uma rotina imprevisível ou passam mais tempo fora do que dentro de casa, ter muitos pets não é aconselhável, pois eles ficarão sozinhos e sem atenção. “As pessoas têm a tendência de comprar um segundo animal quando o primeiro fica sozinho, mas isso costuma levar a problemas maiores, como uma relação conflituosa entre eles”, alerta Carol. Além disso, uma casa agitada gera pets agitados. “Os animais tendem a se moldar conforme as regras do lugar: se é barulhento, com crianças gritando e brincando em voz alta o tempo todo, isso causará um estresse maior no animal e, consequentemente, miados ou latidos de maior intensidade”, diz Giulianna.
3
Qual a personalidade do seu pet?
Se você já tem um bichinho, avalie como ele se comporta quando está perto de outros animais. Ele é amigável e brincalhão, tenta cheirar os outros e abana o rabo ou é reativo, tem medo e tenta atacá-los? O comportamento dos pets na rua nem sempre se repete em casa, mas isso te dá uma boa dica do que esperar. Um pet nervosinho pode acarretar muita dor de cabeça quando você trouxer outros animais.
4
O pet novo é filhote ou adulto?
“Filhotes exigem muito mais atenção e tempo e dão mais trabalho porque precisam brincar e serem ensinados. Além disso, você precisa dividir seu tempo entre o pet novo e os que já existem para não gerar um trauma”, diz Carol. Já os adultos podem ter manias e medos difíceis de lidar. “Faça um teste: coloque o novo animal em contato com os outros em um ambiente neutro para que se conheçam”, sugere a veterinária. 
5
Filhos pequenos, o que fazer?
Crianças pequenas exigem atenção redobrada dos pais e supervisão constante. “Animais agem por extinto e, por mais dóceis e calmos que sejam, acidentes acontecem. Crianças não têm muita noção de como lidar com o animal e, sem querer, podem puxar o rabo ou pelos e tomar uma mordida”, explica Giuliana. Ou seja, além de ficar de olho no pet, você precisa ensinar seus filhos a lidarem com ele. Quando não estiver por perto, procure deixar os bichos na sacada ou no quintal.
6
Tem tempo para dedicar?
Mais do que uma casa enorme ou um quintal, o fundamental é o tempo que você pode dedicar aos animais. Segundo Carol, o ideal é que um cão de grande porte fique numa casa grande, mas isso não é regra. “Uma pessoa que mora num apartamento de 70 m² pode ter um cachorro grande, mas terá que propiciar muito mais atividades a ele, como passear cinco vezes por dia ou brincar por uma hora. Tendo quintal, a frequência dessas atividades é menor”, esclarece. Ou seja, você tem que se comprometer a dar qualidade de vida para seu pet.
7
Como foram os primeiros meses?
A veterinária Carol observa que os primeiros 4 meses de vida de um cão – e 2 de um gato – são um período em que o sistema nervoso não está completamente desenvolvido e, por isso, o animal está mais propenso a adaptações e novas experiências. Logo, se um bichinho ficou isolado nessa fase, é provável que se torne um cão pouco sociável, mais indicado para ser único numa casa. E, caso tenha tido contato com outros animais, estará propenso a ficar confortável com outros pets. 
8
Como reunir os animais?
Existe bullying no mundo animal, acredite! Por isso, a adaptação entre os pets antigos e os novos é um momento crítico. Felizmente, para os donos de gatos, já existe no mercado um pulverizador e difusor de feromônios que apazigua os felinos em situações de estresse. Mesmo assim, todo pet precisa passar por um período de reconhecimento, que pode ser mais ou menos longo, dependendo da personalidade dos bichos em questão. “Não pode soltar o pet novo de qualquer jeito na casa. É preciso mantê-lo num cômodo separado e fazer a aproximação aos poucos. Se tiver uma porta de vidro, melhor. Se não, pode aproximá-los por cerca de 10 minutos por dia, sem contato direto, para que se vejam um pouquinho. É importante ter uma pessoa de cada lado e petiscos, para que os bichos façam associações positivas com o animal estranho”, aconselha Carol. 
9
Tem esconderijos e cantinhos reservados?
Este é um item para donos de gatos. De acordo com Carol, os felinos se organizam por espaços: a sala é de um e o quarto do outro, por exemplo. Por isso, é importante que tenham camas separadas, esconderijos e um ambiente estimulante e com desafios (como prateleiras altas, coisas para escalar, janelas com vista para fora, abrigos etc.), sem falar em muitos lugares de água, comida e caixas de areia”, diz. Do contrário, os animais se tornam entediados e podem desenvolver problemas de comportamento e estresse.
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Adestramento é essencial?
Taí algo muito indicado quando se quer ter mais de um cachorro em casa, porque é uma forma de aumentar a linguagem dos cães, melhorando o relacionamento deles com a família e entre si. Os animais ficam mais calmos porque sabem como conseguir o que precisam e o lar se torna um ambiente mais tranquilo. A preocupação também deve existir quando há várias espécies de animais na casa, como pássaros e hamster, que não conseguem se defender de um ataque canino.
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Quanto dinheiro vai precisar?
O amor que temos aos bichinhos não tem preço, mas existe uma lista de gastos mensais na qual você precisa pensar, sim. Os custos incluem check-up veterinário uma vez a cada seis meses, banho mensal, passeios com profissionais (se necessário), ração de qualidade, possível suplemento ou vitamina e muitos brinquedos.
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E a limpeza?
Numa casa com muitos pets, o ideal é que a limpeza seja diária para o bem da pessoa e dos próprios animais, porque as chances de infecção por bactéria, bem como as de infestação de insetos, tendem a ser menores. A adestradora recomenda ainda tosas específicas em pet shops para conter a queda de pelos nos dois momentos do ano em que os cães e gatos fazem a “muda”, ou seja, trocam a pelagem. “Limpadores enzimáticos e bactericidas limpam urina e removem totalmente o cheiro, de modo que um bicho não sente o cheiro do outro”, diz Carol. É o fim da marcação de território!

Festa no frio(zinho), sempre arrasando!


Escolher um vestido de festa nas estações mais frias é sempre um grande dilema. Será que eu devo ir com aquele vestido tomara que caia e tento abstrair o frio que vou passar ou melhor jogar um casaco por cima, se esquentar e correr o risco de ficar brega?

A advogada Juliana Chinen, por exemplo, faz o que muitas mulheres fazem na época de outono/inverno: veste os mesmos vestidos que costuma usar no verão e coloca apenas uma pashmina para tentar aplacar as baixas temperaturas.

“O problema é que eu sempre acabo passando frio para sair do carro até o salão de beleza ou até a porta do lugar”, diz.

Nessas horas, uma boa alternativa é usar um vestido de manga comprida, como fez a atriz Fernanda Paes Leme. Madrinha do casamento da cantora Preta Gil e Rodrigo Godoy na semana passada, Fernanda brilhou no longo vermelho intenso, assinado pelo estilista Davidson Zanine (foto acima).

A cantora Luiza Possi (foto abaixo) é outra que arrasou na produção para divulgação do seu CD com o mesmo vestido que usou no casamento da atriz Fernanda Souza e do cantor Thiaguinho, algumas semanas atrás. O modelo com brilho preto, da Nosf, brinca com as mangas compridas e uma generosa fenda revelando as pernas.

Segundo a consultora de moda Bia Kawasaki, há algumas maneiras de fugir do frio, sem perder o estilo na hora de escolher vestidos para festas ou eventos de negócios.  

A regra dos vestidos sociais

A consultora diz que toda mulher deve tem em seu guarda-roupa um vestido social longo e um curto para os dias de frio, como as sugestões abaixo de Reinaldo Lourenço e Gloria Coelho.

No caso dos longos, opte por vestidos com mangas ¾, que deixam um espaço livre para complementar o look com uma bela pulseira.

Também tenha cuidado: vestidos de gola alta ou com decotes que cobrem todo o colo até quase o pescoço costumam ser um pouco “engordadores”.

Em relação ao comprimento, tudo depende do nível de sofisticação da festa que você foi convidada. Festas black-tiehabillé e social completo pedem vestido longo. Já social, passeio ou esporte fino aceitam vestidos mais curtinhos, na altura dos joelhos.

Sapatos e bolsas

“Por mais que a tendência seja a sandália de inverno (que deixam pequenas partes do pé à mostra), elas só ficam bem nas revistas ou nas passarelas”, argumenta a consultora. 

Por isso, ela indica um belo par de escarpim fechado ou com alça no tornozelo para vestidos românticos ou clássicos. “Já se o look é mais vanguarda, uma ankle boot é uma boa pedida”, garante.

Meia-calça pode? Pode sim, mas só se for transparente. “E com sapatos fechados, tipo escarpim. Nada de sandália que mostrem os dedos”, comenta Bia.

As bolsas devem ser, obrigatoriamente, bem pequenas, estilo carteira. “Gosto daquelas em cetim, tafetá ou bordadas”, sugere a especialista, que não aconselha bolsas de couro ou material sintético.

Atenção aos tecidos

Fuja de vestidos com aparências rústicas, como aqueles de lã do tipo a-minha-vó-que-tricotou. “Mesmo que você opte por uma lã, deve ser um tipo mais fino e sofisticada, com pontos mais delicados”, explica a consultora.

Bons tecidos para a época são veludo, tafetá e zibeline que, além de chiques, esquentam e protegem do frio. Para festas menos rigorosas, o two-way e triacetato dão conta do recado.

Consulte o espelho

É importante pensar em modelagens que valorizam o biótipo de cada mulher. “Uma das regras na consultoria de moda é chamar atenção para as partes do corpo que as clientes gostam e disfarçar aquelas que elas menos gostam”, explica Bia.

Por exemplo, se você tem cintura fina, é interessante usar um vestido que marque esse atributo. “Vale, inclusive, ter no armário um cinto de festa todo bordado ou com pedrarias para marcar essa cintura”, diz ela.

Se você tem quadris largos, fuja das saias evasês (aquelas em formato de “A”) e aposte na modelagem lápis (levemente ajustada nos joelhos).

Já as mulheres com bastante peito podem abusar do decote V. Entretanto, devem evitar os decotes muito fechados, como os pregadinhos no pescoço. 

“Um decote que está muito em voga no Brasil é o canoa, mas ele só favorece quem é mais fininha no tronco”, explica a consultora.

Complementos essenciais

Vale ter no guarda-roupa pelo menos um bom trench-coat ou um sobretudo de inverno.

“Vá nos outlets das grandes marcas e invista em uma peça dessas, de preferência nas cores preto ou caramelo, pois ela será uma grande companheira por muitos anos”, finaliza Bia. Estolas de pele sintética também são de grande ajuda no frio.

(Fotos: Acervo pessoal [Fernanda Paes Leme e Luiza Possi], Reinaldo Lourenço [1 e 2], Gloria Coelho [3]/ Divulgação)

Instagram x Realidade

A moda do Instagram pegou e agora todos têm por hábito compartilhar com seus seguidores o seu dia a dia. Mas será que o que vemos ali é mesmo a vida real?

A sensação é de que todos viajam mais, vão a festas animadíssimas, têm uma família perfeita, uma vida agitada, sucesso profissional e estão apaixonados.

Quanto mais fotos de paisagens paradisíacas e pessoas deslumbrantes, maior a impressão de inferioridade e de estar sempre vivendo menos intensamente.

O que não fica registrado são todas as cinquenta fotos horrorosas que tiveram que tirar até conseguir uma com todos de olhos abertos, os momentos em que o casal se desentende e não exibe nenhuma beleza, as bolhas nos pés para estar bonita no salto, as segundas-feiras monótonas, os domingos entediantes, a aparência cansada dos dias mal dormidos com filhos bebês, os cafés da manhã nada glamorosos da rotina com pressa, perfis sem maquiagem, cabelos despenteados e unhas por fazer de quem vive de verdade, e não apenas finge uma vida irreal.

Temos que lembrar que antes de publicar, selecionamos a foto ideal e ainda filtramos as imperfeições do registro.

Todos temos bons e maus momentos, dias animados e outros deprimentes, sucessos e fracassos, encontros e desencontros.

Aquele álbum que você está vendo diz muito mais sobre como você gostaria de ser e de ser vista do que de fato de como você é. Se não fosse possível manipular as fotos, dificilmente alguém estaria disposto a expor sua vida real com todas as imperfeições que fazem de todos nós humanos.

Por Joana Cardoso

(Imagem: Morguefile)

Galeria de Graffiti Creator de Campo Limpo -São Paulo


#Whisnidy #GraffitideCampoLimpo Galeria de Graffiti de São Paulo na bairro Jardim Campo Limpo com equipe Grupo DL, Grupo WD2










Nas cores do outono-inverno 2015

Hora de se despedir do shortinho, sandália e regata. As temperaturas mais amenas já começaram a bater à porta e o tempo é de se preparar para o frio e conferir as tendências para o outono-inverno 2015.

Os tons terrosos serão onipresentes nos guarda-roupas. “Nessa época do ano, as cores sempre ficam mais densas e saturadas. Por isso, o marrom e suas variações, assim como o preto e os tons de cinza, são bem fortes. Falando de cores mais abertas, o laranja e os tons avermelhados também estarão em alta”, conta a consultora de estilo e beleza Érica Minchin.

Além das cores, fique ligada também no estilo de roupa durante esses meses mais friozinhos. As sobreposições dominaram as passarelas e pretendem fazer o mesmo nas ruas. “Os vestidos e túnicas serão tendência, até da mesma cor”, revela.

Apelidada como a “temporada de opostos”, a estação outono-inverno vem com peças mais amplas, soltas e confortáveis – mas, ao mesmo tempo, marcando a cintura. “As fendas ficam cada vez mais aparentes e inovadoras também. É um constante jogo de mostrar e esconder”, observa Érica.

E é o que a apresentadora Ana Hickmann exibe na imagem acima. A loira aposta em um vestido com apenas duas tonalidades de cores e, mesmo sendo um modelo comprido, tem uma fenda reveladora.

Mas se você não curtir o estilo, a consultora dá a dica: “É importante prestar atenção em onde o volume é criado no corpo e quais os objetivos”, diz.

Ou seja, se quer ampliar o quadril, pode usar uma calça um pouco mais ampla sem medo. “Já se quiser evitar esse aumento, uma calça mais sequinha é legal”, completa.

Mesmo o couro (que também é destaque no vestido preto de Ana Hickmann logo abaixo) segue sendo outro queridinho do inverno – afinal, todo o mundo ama aquela jaqueta preta de couro que combina com qualquer look, não é?

Ana Hickmann

Além dele, Érica aponta que os materiais “ricos”, como o jacquard e os bordados trabalhados artesanalmente, merecerão destaque. “O vinil também apareceu bastante nas passarelas, mas resta saber quem irá usá-lo, já que é bem diferente”, opina.

Para fechar a produção até os pés, vale destacar que os sapatos ficarão nos clássicos: botas, saltos, basicamente tudo bem fechado. A diferença, em 2015, é que os pares vão acompanhar as texturas dos tecidos das roupas.

Make para arrasar

A vantagem do clima mais ameno é que a maquiagem tende a durar mais no rosto, já que o tempo não é tão úmido e quente. Neste ano, o “natural” vai tomar conta da pele e a boca ganhará mais destaque.

“A maquiagem ficará mais neutra, mas o batom será mais puxado para o vinho”, sinaliza Érica Minchin. Por isso, aposte no básico. A regrinha vale para todos os tipos e tons de pele, uma vez que a ideia é apenas corrigir as imperfeições.

A própria Ana Hickmann aparece na foto com make neutra e apenas lábios bem delineados, com batom escuro.

Jogando o cabelo

Sim, esse será o estilo do outono-inverno 2015: cabelo ao vento – independente do tipo que você tenha ou goste de ter. “Finalmente as tendências de moda nessa temporada valorizam a beleza natural”, avalia Érica.

Mas há exceções. De acordo com a consultora, um despretensioso rabo de cavalo e um coque também combinam com a estação mais fria.

Para quem quer um charme extra, que tal apostar em chapéus? Bastante usados no inverno na Europa e Estados Unidos, eles podem também cair no gosto das brasileiras.

Sem falar que são ótimas opções para os “bad hair days”. Os materiais mais pesados e os tons de preto, marrom e cinza estarão mais em evidência.

Se entram os chapéus, saem as bijuterias. “Elas foram praticamente abolidas nas passarelas. Então, a tendência para o outono-inverno será investir em colares, brincos, aneis e pulseiras mais básicos. Talvez um pingente grande já supra a necessidade de uma joia”, observa a especialista.

Fora do armário

Com a nova estação, muitas peças saem de cena para ceder lugar a outras tendências. A consultora de moda e beleza aponta dois modelitos para deixar um pouco de lado nesta temporada.

“As passarelas seguiram bem democráticas, mas houve um descanso para as sandálias de tiras superfinas e para as modelagens superjustas ao corpo. Mas vale destacar que é bom respeitar o estilo de cada uma, o cabelo e as tonalidades de pele. Afinal, a personalidade é quem dita a moda”, finaliza.

(Fotos: AH/ Divulgação)

Da cintura para baixo


Muito pelo contrário, a tendência fashion da estação mais fria do ano é sempre sinônimo de estilo e muita classe.

Casacoscachecóis, botas e tantos outros itens saem do armário e fazem bonito em composições ultraelegantes, que remetem à sofisticação da moda europeia.

A professora Ana Laura Cardoso, de 36 anos, é fascinada pela moda inverno. “Acho elegante e clássica. São peças confeccionadas em tecidos pesados, duram bastante, e o corte dificilmente fica ultrapassado. Por isso, a cada ano, compro um ou outro item mais marcante, alguma tendência, e componho com as roupas que já tenho no armário. Assim, fico com o visual atual, sem gastar muito”, revela. 

Segundo a consultora de moda Érica Minchin, a próxima temporada será bem democrática. Confira as dicas da especialista sobre as calças, saias, meias-calças e sapatos que prometem fazer sucesso no inverno 2015, e invista nestas tendências!

Saias, sim. Por que não?

“Vale adotar um comprimento mais curto, ou longo, shape ajustado ao corpo ou mais larguinho. O importante é escolher o que lhe cai bem. Porém, ganham destaque nessa temporada as saias mais amplas, com a barra na altura do joelho ou mais abaixo, próxima ao tornozelo”, conta a consultora.

Um alerta, entretanto: quem investir na saia ampla precisa ter a consciência de que criará uma sensação de perna mais curtinha e mais larga. Para equilibrar a silhueta, vale a pena usar meias e calçados em cores próximas às da saia e apostar em fendas, transparências ou rendas, que vão quebrar um pouco desse efeito. 

Calças setentistas

Segundo Érica, a grande novidade no quesito calças são os modelos mais amplos, com um perfume de anos 70, especialmente as versões com tornozelo mais largo.

“A combinação também depende do estilo e do tipo de corpo. As calças mais amplas tendem a aumentar a região do quadril, então pedem um contraponto na parte de cima, para distribuir essa informação. Por isso, aposte em um maxicolar, um lenço, uma estampa ou cor mais chamativa”, ensina.

Outra tendência marcante neste inverno serão as calças em tecidos estampados, seja com flores ou grafismos. A calça jeans flare, de cintura alta, também promete tomar conta das ruas.

A vez das meias-calças

Com a profusão de sobreposições, inclusive de vestidos e saias com calças, a maioria das marcas optou por expor as pernas das modelos, dando uma certa leveza.

“Mas quem prefere usar meia-calça deve seguir o extremo oposto e adotar o acessório como uma informação a mais no look, e não um mero complemento. Apareceram modelos com renda, brilho e telas”, diz Erica.

O melhor jeito de usá-las é partir para a combinação com materiais mais discretos.

“É importante lembrar que meias trabalhadas podem engrossar a coxa. Por isso, quem quer afinar as pernas se sentirá mais confortável com desenhos menores, mais discretos e tramas mais fechadas, que não exponham tanta pele, como é o caso das telas e rendas”, ensina a consultora.

Sapatos de peso

Segundo Érica, a temporada será de calçados mais pesados, com referências masculinas, saltos mais grossos e botas com canos mais longos, acima do joelho (conhecidas como over knees).

“Essas botas de canos alongados fazem as vezes de calça, quando usadas sob vestidos que as cubram”, explica. Já os modelos de cano médio ou baixo surgem com fivelas, aplicações e outros detalhes, que enriquecem a produção e ficam bem com saias longas e calças.

As sandálias chegam com saltos grossos, pesados, e muitas amarrações. “Mas, não há regras. O que importará cada vez mais daqui para frente é como cada um se apropria das referências que as marcas trazem”, orienta.

(Fotos: Getty Images, Megadose [1], Memove [2], Maria Filó [3, 5, 7 e 8], Damyller [4], Zattini [7 e 10], Triton [9]/ Divulgação)

Qualidade ou quantidade de tempo?

Há quem defenda que não importa o tempo que você fique com seu filho, desde que esse período seja aproveitado com qualidade. Existe também quem acredite que ser mãe é estar presente ao máximo na vida do filho para que ele se sinta protegido e amado.

Nem um nem outro.

O que é verdadeiramente importante é a conexão, o vínculo que se estabelece entre a mãe e a criança. Estar atenta às necessidades físicas do dia a dia, como banho, troca de fraldas e mamadas, não significa estar atenta às necessidade emocionais, onde realmente a conexão materna é muito significativa.

Constantemente nos vemos tão fixados na execução e cumprimento das tarefas diárias que não nos atentamos ao outro, aos seus desejos e necessidades de fato. É comum espelharmos as nossas vontades nele e esperar que o satisfaça, quando, na verdade, esse desejo era nosso, e não necessariamente igual ao daquela pessoa.

Portanto, o essencial não depende das horas passadas juntos, mas da segurança e confiança estabelecida nesse laço materno.

O fundamental é o vínculo construído, conhecer profundamente o outro, entender suas necessidades e estar ali como o suporte necessário. É conhecer seu filho por dentro, intimamente, para conseguir entendê-lo e perceber o que ele precisa naquele momento.

A relação mãe e filho é muito mais profunda do que uma incansável rotina de afazeres.

Por Joana Cardoso

(Imagem: Morguefile)



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